
Já me lembrei de uma solução para um problema recente: O que fazer com todos os atrasados mentais que votaram no Salazar na eleição para o melhor Português. Caso tenham estado em Marte durante a semana passada, este senhor está entre os dez finalistas e há até quem diga que nesta votação, cujos resultados não foram revelados, terá sido o mais votado.
Que no nosso país a memória é curta e a estupidez abunda, eu já sabia, mas juro que esta me apanhou desprevenido. Votaram num gajo que conseguiu manter Portugal na Idade Média quase até ao final do século XX!? Realmente é obra e revela muito trabalho (leia-se repressão). Que os “senhores feudais” do estado novo tenham saudades do sujeito, é natural. Que o “clero” cá do burgo tenha contribuído com alguns votos eu entendo, afinal também lhe devem uns favorezitos. Mas só estes votos não chegavam, certo!? Eu sei que toda esta “liberdade de expressão” pode ser extremamente desgastante. É cansativo termos de pensar e formar opiniões quando podemos ter alguém que o faça por nós. Não termos liberdade de escolha pode ser muito relaxante e libertador. E quem é que não gosta de repressão? Afinal “Um tapinha não dói”. Vamos apimentar a nossa relação com o Estado! Eu pessoalmente nunca acreditei nas sondagens nacionais que davam percentuais baixos para o masoquismo. Se há povo que gosta de sofrimento são os Portugueses. Aliás no sofrimento, na repressão, podemos nós Portugueses manifestar plenamente a nossa maior “qualidade”. Somos os melhores coitadinhos do mundo. Se há povo que sabe queixar-se do destino para depois nada fazer para o contrariar, somos nós. Eu compreendo que neste contexto um ditador dá imenso jeito.
E para vos fazer a vontade pensei no seguinte: Fazem-se todos passar por militantes de estrema Esquerda e imigram para a Madeira! Para sustentar o disfarce e maximizar os resultados repitam diariamente as palavras: Camarada, capitalistas, luta e proletariado. Tenho a certeza que o Alberto João vos acolherá de forma a vos fazer esquecer todos os anos sem ditadura em Portugal. Vocês merecem-no!
A única forma positiva de olhar para este resultado seria se os nossos políticos o interpretassem como uma crítica a eles e à política que hoje se faz. Tanto no governo como na oposição. Mas para isso era preciso que eles se ralassem…
Que no nosso país a memória é curta e a estupidez abunda, eu já sabia, mas juro que esta me apanhou desprevenido. Votaram num gajo que conseguiu manter Portugal na Idade Média quase até ao final do século XX!? Realmente é obra e revela muito trabalho (leia-se repressão). Que os “senhores feudais” do estado novo tenham saudades do sujeito, é natural. Que o “clero” cá do burgo tenha contribuído com alguns votos eu entendo, afinal também lhe devem uns favorezitos. Mas só estes votos não chegavam, certo!? Eu sei que toda esta “liberdade de expressão” pode ser extremamente desgastante. É cansativo termos de pensar e formar opiniões quando podemos ter alguém que o faça por nós. Não termos liberdade de escolha pode ser muito relaxante e libertador. E quem é que não gosta de repressão? Afinal “Um tapinha não dói”. Vamos apimentar a nossa relação com o Estado! Eu pessoalmente nunca acreditei nas sondagens nacionais que davam percentuais baixos para o masoquismo. Se há povo que gosta de sofrimento são os Portugueses. Aliás no sofrimento, na repressão, podemos nós Portugueses manifestar plenamente a nossa maior “qualidade”. Somos os melhores coitadinhos do mundo. Se há povo que sabe queixar-se do destino para depois nada fazer para o contrariar, somos nós. Eu compreendo que neste contexto um ditador dá imenso jeito.
E para vos fazer a vontade pensei no seguinte: Fazem-se todos passar por militantes de estrema Esquerda e imigram para a Madeira! Para sustentar o disfarce e maximizar os resultados repitam diariamente as palavras: Camarada, capitalistas, luta e proletariado. Tenho a certeza que o Alberto João vos acolherá de forma a vos fazer esquecer todos os anos sem ditadura em Portugal. Vocês merecem-no!
A única forma positiva de olhar para este resultado seria se os nossos políticos o interpretassem como uma crítica a eles e à política que hoje se faz. Tanto no governo como na oposição. Mas para isso era preciso que eles se ralassem…
